domingo, 28 de junho de 2009

ainda não engoli a morte de micheal jackson,


juro por deus, é ruim demais para ser verdade.

nem sei direito o que escrever, o que sei é que estava assistindo os clipes de beat it, thriller, billie jean, abc e cara, micheal jackson não pode ter morrido.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

OHMEUDEUS!

lady gaga deixou todo mundo DE QUEIXO CAÍDO durante o Much Music Awards, no Canadá.
todo mundo achou que sua roupa não passava de um tributo a lady madonna, MAS DE REPENTE:

segunda-feira, 22 de junho de 2009

O mal, l.jubilut (dedicado à lu m.)

O mal andava com grandes monstros nas mãos.
Estava tudo muito confuso, tudo muito denso.
Era choro pra lá e grito pra cá.
Os estalos eram constantes e os corpos tingidos de vermelho não paravam de chover.
O terror tomava conta de tudo. Tomava conta da verdade, da realidade e da própria vida.
Pernas agitadas percorriam o morro, braços empurravam uns aos outros.
E lá estava o medo em forma de projeto. Projeto de gente. A menina encarava o mal e seus monstros causando por onde passavam.
Não sabia o que fazer. Havia travado. O medo e a curiosidade sambavam na sua cabecinha. E que carnaval.
Um braço a puxou, e por um segundo, ou até menos que isso, desviou seu olhar dos homens e suas armas. Do mal e seus monstros. Logo se viu pendurada no pescoço de alguém que corria mais rápido do que a bala.
Os tais monstros poderosos estavam encarando de volta. As pernas cansadas de sua mãe se esforçavam ao máximo. Logo, correu tão rápido, mas tão rápido, que saíram do chão. Elas tomaram altura e conseguiam encarar de lá de cima o que só pode ser chamado de caos.
Havia lágrimas, havia suor, havia sangue, havia todas as cores do arco-íris. Havia choro, havia grito, havia todos os sons mais silenciosos que o próprio silêncio.
Mas logo mãe e filha começaram a cair, e o manto preto ficava lá em cima.
Sua mãe estava no chão. Não conseguia levantar. Logo não se movia.
A menina desabou. Seus olhos transbordaram. Chorava sem parar. Chorou tanto, mas tanto, que formou um rio, um rio violento, que banhou todo o horror de lá. Todo o mal e todos os monstros.
Logo só havia a menina. E o medo.

domingo, 21 de junho de 2009

No mesmo barco, l. jubilut

Ajeitou a fita no cabelo e desceu a escada com o seu vestido novo. Nem tinha gostado muito dele, mas o que importava aquilo naquela hora? Saiu saltitando em direção a sua mãe e a encontrou sentada no sofá lendo uma revista. Chamou sua atenção e rodopiou, mostrando sua roupa. A mãe sorriu, mas logo voltou sua concentração nas fofocas.

Guardou as moedinhas e ajeitou suas sandálias, cujas tiras estavam quase se partindo. Desceu pela rua e olhou em volta, procurando a mãe. Lá estava ela, cuidando de seu irmão mais novo, embalado em seus braços cansados. A mãe lhe murmurou alguma coisa a apontou para o farol, que estava fechado. Era a hora de trabalhar.

Soltou um grito estridente em busca da babá. A senhora de branco andava prontamente em sua direção. A menina disse que gostaria de ir até a casa de sua amiga e logo a babá foi falar com a mãe, que assentiu com a cabeça sem desviar os olhos das cores e formas. Dirigiu-se ao carro e fez seu pedido ao motorista, que sorriu e engatou a primeira marcha.

Cada vez que um rosto a ignorava, um desespero e angústia enorme subiam pelo seu corpo. Ela existia. Mas ninguém sabia disso. Andava de carro em carro com uma esperança tirada de não-sei-lá-onde. Seus olhos tristes não persuadiam ninguém. Encarou a mãe e a chamou. A mulher encarou a filha com um olhar bravo e indicou com a cabeça o próximo carro, como quem diz que ela deve continuar. A menina observou o farol ficar verde e se sentou na calçada. Não tinha ânimo para nem ficar em pé.

Sua mente estava em dois lugares completamente distintos. Estava imaginando onde seria o primeiro encontro de sua Barbie na brincadeira e imaginava quando veria seu pai. Ele era um homem de maleta preta que só andava de um canto para o outro. Às vezes tinha impressão de ele não ligava muito pra ela. Ela existia.

Levantou-se e andou em direção a mais um carro. Tinha uma menina no banco de trás com fitas no cabelo e cabeça encostada no vidro. Seus olhos eram vazios e estavam longes. Ela parecia ter muito, mas um tudo meio leve. Um tudo meio médio. Um tudo com um pouco de nada.
Olhou a menina de cabelos bagunçados olhando para ela, e a observou. O seu olhar tinha um nada meio preenchido. Um nada meio médio. Um nada com uma pitada de tudo.
Extremos tão pertos e tão longes.

natal por uma menina de 7 anos

pergunta: o que é o natal?

resposta: é o aniversário do JUSES

beatles por uma menina de 7 anos

Sobre os Beatles
Os Beatles nacerão em Liverpool, o nome de cada um deles são Paul, Ringo, John e George. O John morreu com 6 tiros e os Beatles se separarãm mas isso aconteceu antes do John morrer. Quando eles já não estavão mais juntos ai sim o John morreu. E os Beatles eram os mais famosos do planeta terra.
Joana, 21 de maio de 2001.

hahaha, ADOREI!

sábado, 20 de junho de 2009

meus caros amigos bêbados,

saibam que eu adoro vocês, do fundo do meu coração! vocês dão risadas, choram, tudo ao mesmo tempo! ah, o álcool! saibam QUE É UM PRAZER ensinar vocês a como andar e falar! me considerem uma mãe. BEIJOSNÃOMELIGUEMSEUSMERDINHAS

sexta-feira, 19 de junho de 2009

ATÓRON PERIGÓN

só pra deixar claro, um beijo no coração pra quem gosta de perigo (in god we trust)

eu jubilo, tu jubilas, ele jubila

nós jubilamos, vós jubilastes, eles jubilam.


vós jubilastes?